Observa. O que vês diante dos teus olhos?
Observa. O que vês diante dos teus olhos? Lama? Luz? Espinhos? Indiferença? Dor? Amor? Inveja? Energia? Regras? Escuridão? Paciência? Impaciência? Medo? Silêncio? Ruído? Neblina? Avança. Hesita. Recua. Recomeça. Repete pela ordem que te fizer sentido. És modelado pelas coisas a que dás importância. Mas nunca te esqueças que tudo é impermanente, exceto a tua essência. (num nascer de um dia qualquer, a caminho da Estação de Campanhã, no Porto)